Bronzeamento artificial quais os riscos?

             Quais os riscos do bronzeamento artificial

            Todo mundo quer manter a pele bonita em todas as estações do ano. Mas será que todos os meios de conseguir isso valem a pena? E entre tantos meios artificiais, um dos mais famosos da atualidade é o famoso bronzeamento artificial realizado dentro de uma câmara, com o formato de uma caixa, onde o corpo é exposto a radiações UVA e UVB controladas. Mas é um método totalmente seguro? Vamos conhecer as opiniões de médicos especialistas a respeito do assunto.

 

Pele bonita com tratamento controlado

Dr Roberto Cressoni é um dermatologista experiente no assunto, pois presta assessoria para clínicas de bronzeamento no estado de São Paulo. Segundo ele, quem tem a pele muito clara não pode se bronzear nem mesmo com a luz solar baixa. É arriscado – mas quando esse não é o caso, ele afirma que é seguro se bronzear artificialmente sim. É feito uma análise cuidadosa sobre o tempo das sessões, baseado na quantidade de melanina já presente na pele do paciente. Ele faz questão de mencionar também sobre o uso da radiação artificial para tratamentos de doenças na pele, como psoríase, vitiligo, etc.

Por se tratar da opinião de um dermatologista, profissional dos cuidados da pele, a opinião acaba tendo mais vantagens a nível de importância. Contudo, é interessante ouvir o que outros médicos e a Anvisa dizem a respeito, e até mesmo outros dermatologistas

bronzeamento artificial

 

Câncer de pele à vista

Bastam 10 sessões ao ano para existir um potencial risco de desenvolver câncer de pele – quem diz isso, é a dermatologista dra. Ediléia Bagatin, da Unifesp. O melanoma é o câncer mais comum na pele, e um dos mais mortais. Os riscos são menores quando se toma menos que 10 sessões; mas existem, pois a câmara joga radiações em regiões que normalmente não tomam sol, como parte das axilas (mesmo com os braços fechados), nuca, espaço entre os seios (em caso de mulheres), entre outros. A câmara joga os raios em todas as direções, e eles atingem níveis mais profundos na pele, comparados ao sol. Além do risco de câncer, existe o risco de flacidez na pele: como a incidência é mais profunda, acaba rompendo fibras de colágeno e elastina, que deixam a epiderme firme.

Para finalizar: Sociedade Brasileira de Dermatologia não recomenda o uso do bronzeamento artificial com finalidades estéticas, a fim de mero embelezamento. E a Anvisa criou diversas restrições para coibir o surgimento desse câncer por uso indevido dessa técnica de bronzeamento – menores de 16 não podem fazer; e é obrigatório um parecer médico a respeito. E você, acha que o risco vale a pena pelo resultado?

Comentários via Facebook

Comentários via Facebook

Autor: Blog Saúde Mais

As informações, dicas e sugestões contidas neste blog têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos e outros especialistas.

Compartilhe este artigo no

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *